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terça-feira, 22 de março de 2011

Eximbank americano vai percorrer cidades brasileiras

Por veja.abril.com.br

O presidente do banco de exportações e importações dos Estados Unidos (Eximbank), Fred Hochberg, quer aumentar empréstimos a empresas brasileiras

Poucas horas após o avião presidencial americano, o Força Aérea Um, levantar voo em direção ao Chile, os efeitos da visita de Barack Obama já começam a ser sentidos no meio empresarial e vão além dos dez acordos bilaterais fechados em Brasília, no último sábado. Em um dia de conversas com executivos na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e na Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), Fred Hochberg, presidente do Export-Import Bank (o Eximbank, que equivale nos Estados Unidos ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), afirmou que as portas (e carteiras) de seu banco vão se abrir às empresas brasileiras, caso elas estejam interessadas. Para tanto, a instituição realizará um ‘road show’ em capitais do país, como Rio de Janeiro e São Paulo. Os eventos serão realizados ainda em 2011, com organização da própria Amcham, afirmou o CEO da câmara, Gabriel Rico. "É inédito que, logo depois da visita do presidente americano, sua equipe de primeiro escalão permaneça no Brasil para fazer negócios e conhecer empresários", disse Rico ao site de VEJA.

sábado, 19 de março de 2011

Brasil deve apoiar aumento do número de empresas americanas

Por Agência Brasil / dci.com.br

BRASÍLIA – A comitiva do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que desembarcou hoje , sábado (19) no Brasil, vai contar com representantes de cerca de 60 empresas norte-americanas. Todos em busca de oportunidades de negócios nos setores de infraestrutura e energia, segundo informou a Câmara Americana de Comércio (American Chamber of Commerce - Amcham). Segundo o presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (Abracex), Roberto Segatto, é vantajoso para o Brasil aumentar a presença de empresas americanas no país. “As empresas que se instalassem aqui poderiam trazer equipamentos de alta tecnologia com isenção de imposto, por exemplo. Produzir lá está mais caro que produzir no Brasil”. Para ele, a iniciativa pode servir de exemplo para futuros acordos com outros países.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Amcham e US Chamber sugerem agenda prioritária do setor privado a Barack Obama

Por Amcham Brasil

A Amcham-Brasil e o Brazil-US Business Council da US Chamber of Commerce detalharam nesta quinta-feira (17/03) a agenda do setor privado que será endereçada ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao longo de sua viagem ao Brasil nos dias 19 e 20/03.

Os principais pontos sugeridos são:

• Aprovação do Tratado de Cooperação Econômica e Comercial (Teca, na sigla em inglês) como mecanismo pelo qual futuros acordos comerciais possam ser negociados.
• Avanços rumo ao estabelecimento de um Tratado para Evitar a Bitributação (BTT, na sigla em inglês) a partir da ratificação do Acordo para Troca de Informações Tributárias (Tiea, em inglês).
• Progressos na cooperação energética, incluindo biocombustíveis.
• Maior financiamento à infraestrutura para colaborar com o cumprimento de metas relativas aos eventos da Copa de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Relações em banho-maria

Por André Siqueira e Cynara Menezes / cartacapital.com.br

Obama vem pela primeira vez ao Brasil em busca de um recomeço

Barack obama vai voltar a sentir o gosto da popularidade, em baixa na terra natal, a partir do sábado 19. É quando deverá desembarcar, com a família, em um país com população de maioria miscigenada, onde o papel simbólico de um negro à frente da maior economia do mundo ainda tende a ser valorizado. No mais, será um passo para tentar fortalecer uma relação desgastada nos últimos dois anos.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Embaixador Rubens Barbosa: visita de Barack Obama ao Brasil sinaliza retomada do interesse americano pela América Latina

Por: Daniela Rocha

Rubens Barbosa, presidente da Rubens Barbosa & Associados, foi embaixador do Brasil nos EUA

O embaixador Rubens Barbosa acredita que está sendo iniciada uma nova fase na relação Brasil-Estados Unidos, na qual os dois países intensificarão as negociações de acordos na área comercial, assim como de cooperação em áreas de interesse comum, como energia.

Barbosa, que foi embaixador do Brasil nos EUA entre 1999 e 2004, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, afirma que a visita de Barack Obama ao Brasil em março representa a retomada do interesse americano pela América Latina, após perda de espaço para a China nos últimos anos, e também o reconhecimento da posição de liderança brasileira na região.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Mais de mil norte-americanos já pediram visto para acompanhar visita de Obama ao Brasil

Por Renata Giraldi / Agência Brasil

Brasília – A agenda completa da visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, nos dias 19 e 20 de março a Brasília e ao Rio de Janeiro, ganha novos elementos a cada momento. Os norte-americanos já pediram mais de mil vistos para ingresso no Brasil e informaram que um avião com 150 jornalistas desembarcará no país. A principal preocupação das autoridades dos EUA é garantir segurança máxima a Obama, que virá com a primeira-dama, Michelle, e as filhas Sasha e Malia.

A presidenta Dilma Rousseff e Obama deverão assinar, pelo menos, dez acordos bilaterais. Um deles, que ainda não está totalmente fechado, define a cooperação econômica e comercial entre os dois países nos moldes da que o Brasil tem com a Suíça e da que os Estados Unidos mantêm com o Uruguai.

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Shu zai zhuozi shang

Por Cláudia Trevisan
Além da pompa e circunstância com que Hu Jintao foi recebido na semana passada em Washington, um fato mais corriqueiro evidenciou o novo peso da China no cenário global: a filha mais nova de Barack Obama, Sasha, está estudando mandarim. Aparentemente pouco significativa, a informação reforçou a aura de potência emergente que cerca a China e indicou que muitas outras mudanças virão com sua proeminência econômica. Por enquanto, são os líderes comunistas chineses que enviam seus filhos para estudar nos Estados Unidos _a filha de Xi Jinping, provável sucessor de Hu Jintao, frequenta a Universidade de Harvard.
O que não se sabe é quanto tempo vai perdurar o clima de bons amigos que envolveu a passagem de Hu Jintao por Washington, na qual o líder chinês atingiu o objetivo de ser tratado e visto como um igual ao lado de Obama. Nenhuma das divergências que opõem os dois lados foi resolvida ou amenizada e não há dúvida de que os conflitos voltarão a emergir. O relacionamento bilateral chegou ao mais baixo patamar da última década no ano passado, com ataques de lado a lado _ainda que publicamente a voz de Pequim tenha soado alguns tons acima da de Washington.