segunda-feira, 20 de junho de 2011

Melhora da classificação do Brasil é reconhecimento da consistência da política econômica

Por: Kelly Oliveira / Agência Brasil

A decisão da Moody's de elevar a classificação de risco do Brasil, anunciada hoje (20), é mais um reconhecimento por agências de rating da consistência da política econômica ao longo dos anos. A avaliação é do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini.


Em nota divulgada pelo BC, Tombini também destaca a melhora dos fundamentos econômicos do país, “alcançada por meio das políticas de metas de inflação, câmbio flutuante, acúmulo de reservas internacionais, responsabilidade fiscal e solidez do sistema financeiro”.

Santos Brasil: País precisa reduzir tempo das cargas importadas nos terminais portuários

Caio Morel, diretor de Operações da Santos Brasil
Por: Daniela Rocha / Amcham

No caminho de maior competitividade, o Brasil precisa reduzir o tempo de permanência das cargas importadas nos terminais portuários, atualmente de 16 dias em média. É o que defende Caio Morel, diretor de Operações da Santos Brasil, maior operadora de contêineres do Pais, responsável pelos terminais de Santos (SP), Imbituba (SC) e Vila Conde (PR) e por centros logísticos.

“Se conseguíssemos reduzir o tempo das importações nos portos para um patamar igual ao das exportações, de apenas cinco dias em média, teríamos um aumento da capacidade, no terminal de Santos, por exemplo, de 30%, o que é muito significativo”, ilustrou Morel, que participou nesta quarta-feira (15/06) do comitê de Comércio Exterior da Amcham-São Paulo.

Começa a surgir um movimento rumo à eliminação de subsídios agrícolas nos EUA

Gabriel Rico, CEO da Amcham-Brasil
Por: Amcham 

Na visão da Amcham, começa a surgir nos Estados Unidos - no Congresso e no Poder Executivo - uma tendência no caminho de eliminar subsídios agrícolas. O Brasil tem tudo para se beneficiar com isso, com maior espaço para a negociação de acordos bilaterais e comerciais.

A avaliação é feita com base nas na aprovação de medidas, ainda que dependentes de outras etapas para ratificação final, envolvendo o fim dos subsídios aplicados ao etanol e o cancelamento do desembolso anual de US$ 147 milhões do governo americano para o Instituto Brasileiro do Algodão (IBA), além da desistência do governo americano de levar adiante na Organização Mundial do Comércio (OMC) o processo antidumping aplicado sobre a importação do suco de laranja brasileiro.

sábado, 18 de junho de 2011

DESPACHO ADUANEIRO DE IMPORTAÇÃO

Por: Aduaneiras / Green 

A mercadoria que ingresse no País, importada a título definitivo ou não, sujeita-se a despacho aduaneiro, que será processado com base em Declaração de Importação (DI) formulada no Siscomex.

O despacho aduaneiro se aplica à mercadoria que, após ter sido submetida a despacho aduaneiro de exportação, retorne ao País, ou permaneça no País, em caráter definitivo ou temporário, nos termos da legislação específica.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Sustentabilidade e preocupação com aquecimento global estimulam programas de eficiência energética no mundo

Por: Daniela Rocha / Amcham

A maior ênfase das empresas e dos governos nas práticas de sustentabilidade, junto com suas preocupações com o aquecimento global, têm ampliado globalmente os programas de eficiência energética – conjunto de medidas e novas tecnologias que visam redução de desperdícios e maior economia de energia. No Brasil, apesar de avanços nos últimos anos, a abordagem dessa questão ainda é incipiente. A avaliação é de Jamil Haddad, coordenador do Grupo de Estudos Energéticos e também professor de Energia dos cursos de Engenharia Elétrica e Mecânica e na Pós-graduação de Engenharia da Energia da Universidade Federal de Itajubá (Unifei), em Minas Gerais.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Building Your Export Plan

By: kekepana.com/blog

The U.S. Small Business Administration (SBA) had a very good how-to-export guide that I have recommended to clients over the years. The guide became outdated and is gone now, but has been replaced by a newer, cooler version. Go check out SBA’sExport Business Planner. The first thing you see is a slick video, but it doesn’t have much substance to it. Skip it and go right to downloadingthe Export Business Planner, a .pdf document that contains great information and, most important, forms to help guide your thinking in planning to go exporting. About as good as I have seen.

The Planner offers useful advice, but the heart of it is the planning forms, which take a neophyte exporter through a logical process to build an export plan. You can work on it as time allows – and revise it as facts and circumstance dictate. Remember, planning is always useful for figuring out how to begin and examining options and alternatives. But, as Clausewitz famously said, no battle plan survives contact with the enemy. Perhaps the prime lesson from export planning is that the successful company stays flexible.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Estado não pode impedir uso de crédito fiscal


Por: Maíra Magro / Valor Econômico

A 2ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou, por unanimidade, que os Estados não podem impedir o uso de créditos presumidos de ICMS na entrada de mercadorias vindas de Estados que concedem benefícios fiscais. O STJ analisava um recurso da Vivo contra o governo do Mato Grosso, que impede o uso do crédito presumido.
A empresa explicou que compra aparelhos celulares e de telefonia móvel para revenda e integração a seu ativo permanente. Esses equipamentos são comprados em diferentes Estados e, no caso, foram enviados ao Mato Grosso. Mas ao cruzar a fronteira, os aparelhos foram apreendidos pelo Fisco. O motivo é que o Estado não admite o uso do crédito presumido do ICMS. Para ter as mercadorias liberadas, a Vivo pagou as diferenças reclamadas pelo governo. Depois a operadora entrou na Justiça pedindo a compensação das quantias e o direito de não ser autuada no futuro.

Where Did You Say It Comes From?

By: kekepana.com/blog

Coffee wasn’t the only thing that was brewing one morning on Guam. U.S. Customs agents spotted something strange at a warehouse – larger than usual shipments of low-grade coffee from Colombia going in one end of the building. And coffee in new bags marked “Grown on Guam” coming out the other end. Guam, a U.S. territory, had its own separate customs regime back then, so the Colombian coffee entered Guam free of duty. But, as a U.S. territory, Guam could ship its own products duty-free to the U.S. mainland. Thus a scam was born, shipping foreign coffee to Guam, relabeling it as a Guam product and sending it duty-free into the United States. The only problem was, at the time at least, that somebody at U.S. Customs knew that Guam didn’t grow coffee in commercial quantities.

INCOTERMS: a escolha da condição

Por: Angelo Lunardi / Blog Incoterms 2010

As leis não fazem os costumes e práticas e também não fazem o comércio. Mas os costumes e práticas do comércio tornam-se “leis do mercado”. (A.L.Lunardi)


E não foi diferente com os "trade terms". Mas, tendo em vista interpretações diferentes, os costumes do comércio exigiram um padrão para disciplinar a entrega de mercadorias, a partir da divisão de tarefas, de custos e de riscos entre compradores e vendedores. É nesse contexto que aparecem os Incoterms, da CCI, em 1936. E à medida em que as práticas do comércio foram evoluindo, as “regras” foram sendo revisadas. Assim chegamos aos Incoterms 2010, ou Revisão 2010. 2010, porque aprovadas nesse ano. Mas com vigência a partir de 01/01/2011.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Drawback Integrado - Somente 30% das empresas usam benefício fiscal, diz Mdic

Por: Karina Nappi / Jornal DCI

Sistema que ajuda empresários brasileiros que negociam no cenário internacional é estendido aos produtores internos para elevar exportações

Depois de quase quatro meses de publicada, a portaria número 8 do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic) que regulamenta o novo regime de drawback integrado, ou drawback verde amarelo, ainda tem muito espaço para crescer, visto que somente 30% do empresariado conhece o sistema que beneficia os fornecedores de matérias-primas brasileiros com isenção de tributos.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

China Takes Aim At Foot

By: kekepana.com

There is great concern in business communities, and evident surprise, that China’s labor and input costs are rising, thus making the country less attractive for low-end manufacturing. Why any one should be surprised is a mystery, since China is following a relatively normal path for economic development. The United States once made cheap stuff for Europe. Later on, Japan made cheap stuff for the U.S. market. The trade then moved on to Taiwan, Hong Kong, South Korea and Singapore. China was next up. But things keep moving as countries climb the development ladder. Those whose livelihoods depend on not having change will be disappointed, and apparently surprised, but production of cheap stuff is now moving beyond China.

Rising costs in
China's factories
That is not to say that Beijing should accelerate the offshore movement of its low-price industries, but they seem to be doing so. Despite much lamentation and some efforts to keep costs down, Beijing has found it socially and politically necessary to raise wages and improve conditions for its poorest workers. This is a good and necessary part of the country’s development process, and will boost domestic consumption, a necessary element for future development.

But now China has decided to artificially increase costs for expatriates living and working in China. Many of these expats are needed to produce quality goods for export, whether in design, management or inspection of such goods. But the South China Morning Post reports that, effective July 1, expatriate employees in China will have to pay up to 22% of their earnings to China’s social security fund, causing a massive rise on the cost of doing business in China. This applies to all foreign employees who work in China for more than six months. As usual in China, details still are not available less than a month before the new policy begins, but it appears that expats from Germany and South Korea are exempt because their governments have negotiated bilateral social insurance agreements with China.

terça-feira, 7 de junho de 2011

BNDES e BB assinam contrato inédito para financiamento de exportações brasileiras para AL

Por: Assessoria de Comunicação do BNDES

Os presidentes do BNDES, Luciano Coutinho, e do Banco do Brasil (BB), Aldemir Bendine, firmaram na ultima quarta-feira, 1º, contrato inédito de financiamento a exportações brasileiras de máquinas e equipamentos a países da América Latina, com base em nova modalidade de apoio: o BNDES Exim Automático.

sábado, 4 de junho de 2011

Mdic aplica sanções à Coreia do Sul e a países da Europa

Por: Karina Nappi / DCI 

O comitê executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Gecex) aprovou a aplicação de direito antidumping definitivo, por até cinco anos, às importaçõesbrasileiras de borracha de estireno e butadieno das linhas 1.502 e 1.712, originárias da Coreia do Sul. Dentro das resoluções 37 e 38, publicadas no Diário Oficial de ontem.

O direito será recolhido por meio de alíquota específica fixa, para cada produtor por quantidade, no caso, a LG Chempodecomprar a US$ 43,41 a tonelada, a KKPC a US$ 90,49 e as demais a US$ 683,84 a tonelada.

Brasil e Argentina estabelecem compromisso para agilizar fluxo comercial

Por: Assessoria de Comunicação Social do MDIC

Ministro Fernando Pimentel e ministra argentina Débora Giorgi estiveram reunidos nesta quinta-feira em Brasília

Depois de encontro com a ministra da Indústria e Turismo da Argentina, Débora Giorgi, na manhã de ontem, o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, anunciou que os dois governos irão perseguir a meta de diminuir o prazo de entrada de produtos importados nos dois países. “Temos uma visão parecida de como deve ser o comércio entre os dois países. Houve uma grande concordância entre nós”, disse Pimentel.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Supremo confirma constitucionalidade do ICMS "por dentro"

Por: www.contsemrevista.com.br

O julgamento de um Recurso Extraordinário, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), reafirmou jurisprudência de 1999 sobre a constitucionalidade da cobrança “por dentro” do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). O método considera que o valor do próprio imposto também integra sua base de cálculo.

A decisão, por maioria, foi de que não há bitributação nem divergência com o princípio de não cumulatividade, como pedia a empresa contestante. Segundo o ministro Gilmar Mendes, relator da matéria, esta forma de cobrança é permitida pelo artigo 155 da Constituição Federal.

Os votos contrários couberam aos ministros Marco Aurélio de Mello e Celso de Mello, sob a argumentação de que a inclusão do ICMS em sua base de cálculo não é compatível com o ordenamento constitucional.